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Sentir dor é um sinal de que algo não está bem no organismo. A prática de atividade física contribui para o fortalecimento do nosso sistema de defesa contra doenças e fornece mais disposição para realizar as atividades diárias, que incluem muitas vezes conciliar trabalhos doméstico e profissional.

O site do Ministério da Saúde reforça a importância de uma rotina mais ativa fisicamente para prevenir e aliviar dores no corpo.
De acordo com o órgão, as dores ósseas, articulares e musculares podem aparecer em qualquer fase da vida e sua ocorrência pode ser momentânea ou persistir por períodos prolongados. Dentre as possíveis causas dessas dores, estão os fatores emocionais e ambientais.
A boa notícia é que também existem diversos fatores que podem contribuir para a prevenção, a redução e o alívio das dores ósseas, articulares e musculares, como a adequação dos hábitos saudáveis, buscando manter uma alimentação saudável, a qualidade do sono, ter um momento para meditar ou relaxar, além, claro, da pratica de exercícios físicos.

A fisioterapeuta Karolyna Veloso Rodrigues, consultada na publicação feita pela pasta da Saúde, explica que é unanimidade que a atividade física traz muitos benefícios para a saúde de modo geral e, de maneira específica, auxilia na redução de algumas dores e melhora a mobilidade e a capacidade de realizar tarefas da vida diária que podem estar comprometidas devido a essas dores, proporcionando melhor qualidade de vida às pessoas com fibromialgia, artrite reumatoide e dores na coluna, no joelho, nas mãos e nos pés.
Mas a profissional faz questão de alertar que muitas pessoas acreditam que a prática de atividade física pode agravar as suas dores e piorar o seu estado de saúde.
Ela explica em que situações isso pode acontecer:
A prática de maneira inadequada, no caso de atividades com o uso de cargas excessivas, por exemplo, ou com movimentos mal executados, pode causar prejuízos. Mas de modo geral, a atividade física deve ser inserida no dia a dia e pode trazer inúmeros benefícios para as pessoas”, detalha.
Karolyna enfatiza que é importante ter em mente que:
pessoas com dores nos ossos e nos músculos não só podem como devem inserir a atividade física no seu dia a dia. E quando houver dúvidas ou receios, é importante consultar um profissional de saúde e, principalmente, um profissional de educação física”.

Interromper a prática de exercícios por causa de dores ou de rigidez nas articulações é um prejuízo para a saúde. De acordo com o Guia de Atividade Física para a População Brasileira, produzido pelo Ministério da Saúde, um adulto deve praticar pelo menos 150 minutos por semana de atividades físicas de intensidade moderada, ou 75 minutos de atividades de intensidade vigorosa. Ou ainda: 150 minutos de atividades moderadas e vigorosas, de forma combinada.
Mas como fazer todas essas tarefas na correria do dia a dia? Essas atividades podem ser praticadas durante o deslocamento, no tempo livre, no local de trabalho ou de estudo e nas tarefas domésticas.
Hábitos inadequados no dia a dia devem ser evitados. Por exemplo:

Oportunidades para ter uma vida fisicamente mais ativa e, consequentemente, a melhora de dores ósseas, articulares e musculares, não faltam! Pequenas mudanças podem fazer toda a diferença.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 80% da população mundial pode sofre dores na coluna e a ocupação profissional tem relação direta com a incidência das dores como, por exemplo, a profissão de doméstica. Por isso é também importante seguir as orientações citadas acima.
Cuidados e orientações
Pessoas com dores devem passar por uma análise multiprofissional para uma avaliação das suas queixas e expectativas sobre as dores e para um melhor planejamento e tomada de decisão, de forma a conduzi-las para uma recuperação adequada e efetiva.

Onde buscar orientação?
Problemas posturais são condições causadas por uma postura incorreta ou inadequada, que podem desencadear diversos problemas. Além da dor e do desconforto, algumas dessas condições precisam ser tratadas o quanto antes para que não evoluam e se tornem ainda mais graves. E é aí que entra o papel da fisioterapia, profissional habilitado e capacitado para tratar as disfunções muscoesqueléticas. O profissional de educação física também é indicado para orientar e auxiliar a prática de atividade física.
Portal TV Sol /Fonte: Ministério da Saúde



