
O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) inicia, nesta terça-feira (13), o processo de preparação das urnas eletrônicas que serão utilizadas no segundo turno das Eleições 2026. O procedimento ocorrerá no Núcleo de Voto Informatizado (NVIs) localizado no José Américo.

A carga das urnas será a segunda etapa do processo de preparação, iniciado com a geração das mídias. Durante o procedimento, os equipamentos receberão o sistema de votação e os dados necessários para a realização do pleito, passarão por testes de funcionamento e receberão os lacres que garantirão sua inviolabilidade até o dia da votação.
A cerimônia atende ao disposto na Resolução TSE nº 23.751/2026 e integra as etapas de preparação das urnas eletrônicas para o primeiro turno das eleições, marcado para 4 de outubro.

A exemplo do que ocorreu para o 1º turno, a cerimônia é iniciada com a geração das mídias com os sistemas eleitorais e dados do eleitorado e das candidaturas para o 2º turno. As mídias são dispositivos semelhantes a pen drives, em que são gravadas as informações necessárias para o funcionamento das urnas.
Na sequência, os dados das mídias são inseridos nas máquinas (procedimento de carga) correspondentes a cada seção eleitoral. Nessa etapa, as urnas também passam por um teste de funcionamento, sendo posteriormente lacradas para a votação.

A lacração das urnas é feita com selos produzidos pela Casa da Moeda para garantir a integridade dos sistemas e arquivos instalados. Os lacres são assinados pela juíza ou juiz eleitoral ou pela chefia do cartório.
Fiscalização contínua além das urnas
Durante a cerimônia, é assegurado o livre acesso aos representantes das seguintes entidades fiscalizadoras, que podem acompanhar as atividades, desde a geração de mídias até a lacração das urnas:
partidos políticos, federações e coligações;
Ordem dos Advogados do Brasil (OAB);
Ministério Público;
Defensoria Pública;
Congresso Nacional;
Controladoria-Geral da União;

Polícia Federal;
Sociedade Brasileira de Computação;
Conselho Federal de Engenharia e Agronomia;
Conselho Nacional de Justiça;
Conselho Nacional do Ministério Público;
Tribunal de Contas da União;
Confederação Nacional da Indústria, demais integrantes do Sistema
Indústria e entidades corporativas pertencentes ao Sistema S;

entidades privadas brasileiras sem fins lucrativos, com notória
atuação em fiscalização e transparência da gestão pública, credenciadas
perante o TSE;
departamentos de tecnologia da informação de universidades

credenciadas perante o TSE.
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