Patos

Nessa quarta-feira (25), foi lembrado em todo o mundo, o dia internacional da tireoide. A glândula é responsável pelos hormônios que regulam o funcionamento do corpo humano. Em média, cinco entre 100 homens são afetados por problemas na tireoide. Já entre as mulheres a incidência é bem maior. Pelo menos 20% também sofrem com desse mal. Role a tela e assista ao vídeo da reportagem completa!

Em entrevista à TV Sol, a médica endocrinologista e metabologista, Felícia Crispim, que é membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), destacou a importância de se diagnosticar e realizar o tratamento correto do distúrbio que pode trazer riscos que comprometem a qualidade de vida do paciente, podendo levá-lo, inclusive, à morte.

É importante ter um diagnóstico preciso. Nossa campanha desse ano, justamente, é "Menos é Mais", pois nós temos visto solicitações de exames de função tireoidiana sem saber ao que realmente está se procurando. Então, é importante procurar sim o especialista para que ele possa triar de forma adequada o seu diagnóstico e fazer a reposição hormonal ou o bloqueio na produção de hormônios ou, a depender do caso, o tratamento da forma correta", explicou.

São dois os tipos de distúrbios na tireoide. O Hipertireoidismo, que é quando a glândula produz hormônio demais, causando um aceleramento no metabolismo, e o hipotireoidismo ocorre quando a glândula produz pouco hormônio. Apesar dos avanços na medicina, a especialista lembra que o tratamento, mesmo sendo muito simples, dura para a vida toda, mas, em muitos acometidos, a vida continua sendo vivida normalmente, sem que nada seja afetado por isso.

Jornalista relata experiência própria de vida após disgnóstico para hipertireoidismo

Responsável pela reportagem, o jornalista José Filho, da TV Sol, relatou seu próprio diagnóstico para hipertireoidismo. O descobrimento do distúbio veio em 2018 após episódio de magreza repentina e a fraqueza no corpo. Veja na reportagem abaixo!

Quando menos é mais para a saúde 

Em 2022, a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo (SBEM) decidiu eleger o tema Quando Menos é Mais para conscientizar a população sobre o uso racional de intervenções médicas nessa glândula.

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