
A Polícia Civil informou que, Geraldo Junior, acusado pela morte de uma criança de três anos na cidade de Patos no início do mês passado está foragido desde que foi posto em liberdade provisória pela justiça na semana passada.

O pedido de liberdade provisória de Gerson, que era padrasto da criança, e de sua companheira, Gessica Borges, foi feito ao poder judiciário pelo Ministério Público da Paraíba que alegou não haver materialidade para fundamentar a prisão dos acusados. O pedido foi acatado pelo juízo.
Um exame de confrontação genética foi solicitado pelo MPPB, mas, para a surpresa da polícia, ao procurar por Geraldo Júnior em seu endereço, o mesmo não foi localizado. As buscativas foram feitas da quinta (19) até o sábado (21). Após isso, a polícia militar entrou em diligências em Patos e em diversas cidades da região em busca do foragido.
Tanto Geraldo quanto Gessica estavam presos preventivamente desde o dia 5 de outubro.

De acordo com o delegado seccional George Wellington, a própria Gessica Borges procurou a delegacia de homicídios de Patos um dia após ser posta em liberdade afirmando não ter para onde ir, já que no endereço onde se abrigava antes de ser presa, vizinhos a teriam ameaçado de morte. Diante do relato da acusada, o delegado plantonista tomou as declarações e encaminhou o depoimento ao poder judiciário. A acusada passou pelo exame de comprovação genética e, em seguida, foi presa e levada para o presídio feminino de Patos.
As polícias civil e militar estão no encalço de Geraldo no sentido de que ele seja conduzido a delegacia de homicídios de Patos para que a autoridade policial possa proceder com a diligência que o Ministério Público requisitou e assim exaurir as diligências que lhe cabiam e, assim,dar cumprimento ao mandado de prisão em desfavor dele", esclareceu Dr. George.
Veja as declarações do delegado na íntegra: