
A morte da comerciante Juliana Almeida Lucena, de 33 anos, na noite desta quarta-feira (23), chocou a popualação de Patos pela banalidade da motivação do crime. O delegado seccional, George Wellington, informou que um ciente discutiu com o irmão dela, que é o gerente do local, por não aceitar receber troco de R$ 0,50 em forma de doces. Juliana foi atingida no rosto por dois disparos de arma de fogo calibre 38.

Lá, já constatamos a presença da vítima sem vida e coberta por um pano. Fizemos os trabalhos de praxe e conversamos com as pessoas que estavam no estabelecimento. A equipe de perícia fez o trabalho pericial e, em seguida, o corpo foi levado para o Numol de Patos. A vítima foi atingida, aparentemente, por dois disparos de arma calibre 38. De acordo com informações do gerente do estabelecimento, que é irmão da vítima, o cliente, até então não identificado, esteve no estabelecimento durante todo o tempo embriagado, sentou a uma mesa na calçada do estabelecimento, sozinho, e em determinado momento, por não aceitar um troco de 50 centavos em forma de bala (coméstível) ou de pirulito, recusou o recebimento e iniciou uma discussão com o gerente que alegou a dificuldade em dispor de ter moedas, principalmente, nesse período do ano. O cliente teria xingado o gerente do estabelecimento que retrucou com um xingamento. A partir daí, o cliente anunciou que voltaria e mataria o gerente. O cliente retornou ao bar, mas o gerente estava no interior do estabelecimento e não presenciou o momento em que o cliente disparou contra a irmã dele", declaarou o delegado.

Ainda, de acordo com George Wellington, as investigações já foram iniciadas.
A polícia civil já está, nesse momento, na rua, trabalhando no sentido de capturar provas juntamente com as oitivas que já foram realizadas e serão, também, realizadas no decorrer da investigação. Com certeza, a polícia civil dará um desfecho positivo para o caso como tem feito ao longo dos últimos anos", informou.
Confira todos os detalhes na reportagem da TV Sol.