
Imagine que você está andando na rua e, de repente, se depara com uma cena de alguém agredindo fisicamente outra pessoa. O que você faria naquele momento? Tomaria uma atitude e iria intervir na agressão? Entraria em contato com a polícia? Ou, apenas ignoraria já que aquela situação, aparentemente, não tem nada a ver com você?

O repórter José Filho conversou com a tenente Daniella Benício, da Polícia Militar da Paraíba, que explicou que o Código Penal, no artigo 301, indica que qualquer pessoa pode dar voz de prisão ao agressor. No entanto, a agente de segurança reforça que a primeira preocupação de quem tenta intervir na situação deve ser com a garantia da sua própria integridade física.
É interessante que essa pessoa intervenha naquela situação? Até por quê, se você não estiver bem para ajudar alguém, você acaba, as vezes, complicando a situação em si. Você tem que analisar o cenário como um todo. Por isso que a gente orienta que a primeira ação que deve ser realizada por qualquer pessoa que queira ajudar outro que se encontre numa situação dessa de crime em flagrante, é acionar o 190 que vai ser encaminhada uma guarnição competente. O acusado pode está com uma arma de fogo nas vestes ou com uma faca e você não perceber", explicou.

Na Paraíba, homem tenta separar briga de casal e morre
Em fevereiro desse ano, um homem de 37 anos foi agredido e morreu após tentar separar uma briga de um casal, em Bayeux, na Grande João Pessoa. De acordo com informações da polícia a época, ele teria levado um soco no rosto e caído logo em seguida. O agressor, um homem de 21 anos, foi preso pela Polícia Militar.
Confira todos os detalhes na reportagem da TV Sol: