Política

A ação do PSOL, que foi indeferida, solicitava que fosse instaurado procedimento investigatório, por parte da Polícia competente, para apurar a suposta prática de propaganda eleitoral irregular e a suposta incitação ao ódio racial por parte de Artur Bolinha.

Artur Bolinha (NOVO), empresário e candidato a prefeito nas eleições 2024 em Campina Grande, comemorou a decisão da Justiça Eleitoral de Campina Grande pelo indeferimento de uma ação movida pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) que pedia a cassação de seu registro de candidatura.

O PSOL impetrou na última quarta-feira (21), uma ação na 17ª Zona Eleitoral apontando que a campanha de Artur Bolinha teria utilizado de um gesto supremacista, em publicação no Instagram.

Porém, ainda na última quarta-feira (21), a ação foi indeferida.

A decisão da juíza, reflete o propósito da postagem, mostrar o 30, sem nenhuma pretensão de qualquer outro objetivo”, disse Bolinha.

O que pedia a ação do PSOL?

A ação do PSOL, que foi indeferida, solicitava que fosse instaurado procedimento investigatório, por parte da Polícia competente, para apurar a suposta prática de propaganda eleitoral irregular e a suposta incitação ao ódio racial.

Também foi requerida a suspensão da veiculação da propaganda nas plataformas digitais, aplicação de multa e caso seja cabível a cassação do registro de candidatura.

Sobre denúncia do PSOL

De acordo com o documento, elaborado pelo advogado Olímpio Rocha e pelo candidato Nelson Júnior (PSOL), o candidato Artur Bolinha publicou um vídeo de propaganda eleitoral na conta oficial do Instagram na última terça-feira (20), e realizou um gesto reconhecido como símbolo de supremacia branca.

Esse gesto, consistindo num círculo feito com o dedo indicador junto ao polegar, enquanto os outros dedos ficam levantados, é associado a ideologias racistas e discriminatórias, conforme reconhecido por organizações de direitos humanos e autoridades internacionais”, diz o documento.

ClickPB

 

 

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