Política

O político é ex-governador de Minas Gerais e esteve no cargo por dois mandatos consecutivos

O Partido Novo oficializou o nome de Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais, para a disputa à Presidência da República nesta segunda-feira (27), durante a convenção nacional da sigla, em Brasília.

O presidente nacional do Novo, Eduardo Ribeiro, confirmou o nome de Zema como candidato logo ao início do evento. No ato, estiveram presidentes outras lideranças do partido, como o senador Eduardo Girão, pré-candidato ao Governo do Ceará.

Em discurso, Zema disse ter "todas as credenciais" para o cargo em disputa, relembrou sua trajetória como governador de Minas Gerais e no setor privado, destacou pautas de soberania nacional e segurança pública e criticou o atual governo.

Brasil, no setor público, carece de bons exemplos. Nós temos aqui o contrário, como essas aberrações que tem acontecido no Supremo Tribunal Federal (STF). E ninguém aguenta mais quatro anos de Lula e de PT”, disse Romeu Zema, candidato à Presidência da República.

O presidente nacional do Novo afirmou, ainda, que "nós vamos enterrar o PT", da mesma maneira que "enterramos o PT em Minas Gerais" através dos governos de Zema.

Em março de 2026, o mineiro deixou seu segundo mandato no Governo para focar na pré-campanha eleitoral. O partido não fez transmissão pública do evento. As declarações são do g1.

Vice e desempenho eleitoral

Até o momento, a chapa de Zema definiu candidatura à Vice-Presidência. A situação se assemelha ao cenário do Partido Liberal (PL), que lançou a candidatura de Flávio Bolsonaro no último sábado (25), mas também com o nome à vice pendente.

Na última pesquisa eleitoral, divulgada pelo Datafolha nesta sexta-feira (24), o candidato do Novo apareceu em quarto lugar nas intenções de voto, registrando 3% dos votos no primeiro turno.

O levantamento também observou seu desempenho em um possível segundo turno com o presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que está em primeiro lugar nas pesquisas. Nesse cenário, Zema levaria 40% do sufrágio, contra 48% do petista.

Ponto do Poder

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