
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou neste domingo (25) que está confiante na construção de sua reeleição ao comando da Casa, marcada para 1º de fevereiro de 2027.
Hugo chegou por volta das 8h30 à Escola Estadual Monsenhor Manuel Vieira, conhecida como CEPA, no centro de Patos, onde votou no segundo turno das eleições, acompanhado da avó, a deputada estadual Francisca Motta, do pai, Nabor Wanderley, presidente estadual do Republicanos, e da irmã, a deputada estadual eleita Olívia Motta.
Em entrevista à TV Sol, ele disse que já recebeu a sinalização de apoio da maioria dos partidos com representação na Câmara, mas ressaltou que a articulação ainda está no início.
Então a caminhada está só começando e, confiando primeiramente em Deus e na capacidade que temos de dialogar e de construir com equilíbrio uma eleição para a mesa da Câmara, nós temos plena confiança de que atingiremos o objetivo, que é construirmos a nossa reeleição no próximo dia 1º de fevereiro”, declarou.
A declaração foi feita após Filipe Sarmento, da TV Sol, questionar se o apoio anunciado por 11 partidos ao projeto de reeleição já demonstrava um perfil conciliador e administrativo do parlamentar. Na resposta, Motta evitou tratar a disputa como definida e afirmou que o processo exigirá novas etapas de negociação até a votação.
O processo está iniciando. Nós temos que entender que a eleição ela se dará apenas no dia 1º de fevereiro. Até lá, nós temos etapas a serem cumpridas”, afirmou.
O deputado disse que pretende ampliar a base de apoio nas próximas semanas e destacou que a sinalização das legendas representa apenas a primeira fase da articulação. Segundo ele, o próximo passo será conversar individualmente com os parlamentares eleitos, apresentar o balanço de sua gestão e discutir os compromissos para o próximo biênio.
Eu fico feliz, seguirei trabalhando, tentando agregar e trazer mais partidos”, declarou.
Hugo Motta também afirmou que pretende prestar contas do período em que esteve à frente da presidência da Câmara e estabelecer compromissos para os próximos dois anos.
É importante também frisar que essa etapa partidária é a etapa inicial, mas nós temos que buscar cada deputado e cada deputada eleito para que, a partir daí, possamos fazer o processo de diálogo individual, poder prestar contas do que nós fizemos ao longo desses quase dois anos à frente da presidência da Câmara e, claro, nos comprometer com aquilo que é fundamental para o país e para o parlamento pelos próximos dois anos”, disse.
Ao comentar a estratégia, o presidente da Câmara definiu a articulação como um processo de escuta e negociação política.
Então é realmente um processo de ausculta, é um processo que nós vamos fazer de maneira muito empenhada, muito responsável para que, ao final, nós possamos ter o êxito esperado”, afirmou.
Portal TV Sol